terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Goatpenis - Biochemterrorism(2010)


O(infelizmente) primeiro post do ano é(felizmente)quanto a uma banda brasileira! O recém-saído-do-forno "Biochemterrorism" foi meu primeiro contato com a muito bem nomeada Goatpenis. Não me arrependi de investir 34 minutos(na primeira escutada, agora já deve ser o quintúplo disso) da minha vida nisso.

O álbum é de estrutura simples. Alternando com nexo invejável momentos de dissonância e melodiosidade, ritmos cadenciados e blast beats. Os catarinenses provam que há mais do que brutalidade(de muito boa qualidade) no metal brasileiro. As influências de death e grind só adicionam às desumanas porém memoráveis faixas de "Biochemterrorism".

Infelizmente a produção deveria ser das duas uma: mais limpa e pesada ou mais crua. De ambas as maneiras a guitarra deveria receber mais atenção da mixagem.

Ainda dá pra ver que é muito reminiscente do metal extremo dos anos 90, entretanto é uma amostra de modernidade na cena sul-americana.

[7,8/10,0]
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Por Matheus

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Kult ov Azazel - Oculus Infernum (2003)

Muda muito pouco comparado com o Triumph of Fire. Blast Beat(não tanto dessa vez), pedal duplo a vontade, vocal de "Iaa!Aaa!Iaa!", satanismo exacerbado e tudo mais. As diferenças ficam por conta de algumas variações no vocal, uma firula ali, outra lá e no geral o álbum é menos dissonante/brutal e mais melodioso.

PS: A coisa tá feia, não to achando esse álbum com qualidade melhor do que 192kbps, e capa maior também tá difícil, se alguém tiver me avise por favor.

[7,7/10,0]Download

Por Matheus

Kult ov Azazel - Triumph of Fire (2001)


Primeiro álbum desses americanos blasfemadores. Deve ser o álbum mais fácil de falar sobre que já postei aqui. É irritantemente simples.

"Triumph of Fire" é composto em sua inteiridade por um tipo de black metal satânico hoje em dia muito mais bem estabelecido na cena: blast beats acompanhados da típica mixagem "para blast beat"(aquela com o bumbo parece um inseto) vocais exagerados(de Aaa! aaa! aaa!) e riffs poucos melodiosos.

(Alguns pelasacos gostam de chamar isso de "Norsecore" comparando com bandas como Dark Funeral, pra mim tá tudo sob o estandarte do black metal, gênero musical identificado pela vontade de sair do ponto comum).

A banda ainda vai mudar um pouco nos álbuns subsequentes incorporando melodias mais típicas do black metal e deixando a produção cada vez mais clara. Eu pessoalmente acho esse álbum muito divertido, principalmente pelos vocais.

Ah sim, pra descrever essa banda eu gosto muito de uma frase que li: "black metal para fãs de death metal", acho que deve tá certo, porque gosto muito de death metal e gosto muito dessa banda.

PS: A versão que posto aqui foi a com melhor qualidade que encontrei mas ainda pretendo achar uma melhor. Deixa essa por enquanto.

[7,5/10,0]Download

Por Matheus

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Sun of the Blind - Skullreader (2009)

Sun of the Blind é um projeto solo de um dos guitarristas/vocalistas da banda, até que famozinha, Darkspace.
Ao ouvir “Skullreader” percebe-se a relação.
Há uma semelhança incrível na atmosfera de Sun of the Blind e Darkspace, mas as bandas usam meios diferentes para chegar a tal sensação cósmica.
Ouvi esse álbum três vezes antes de postar... E não me agradou muito. Não sei se é por que ainda estou recente do baque que recebi de Krallice (Acho que vai demorar para outra banda ser tão gratificante para mim)
Tem nada de original e nada de extraordinário. Só tem uma vibe bem característica cósmica.
Criada pelos tons da guitarra e por sintetizadores.

Contudo, merece um mérito sim, só que particularmente não é de meu agrado.
Prove um pouco você!

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[7,0/10,0]

Por Lemos

sábado, 12 de dezembro de 2009

Krallice - Dimensional Bleedthrough (2009)




Krallice é uma banda a parte mesmo. Realmente muda tudo. Não sei se devia estar escrevendo isso agora ao som de "Monolith of Possession" porque toda a imparcialidade que eu poderia ter(e nunca tive) se esvai diante de "riffs" tão impressionantes.

Vou tentar resumir algumas coisas (que acho) que acho sobre essa banda.

Primeiramente temos dois dos guitarristas mais virtuosos e que a princípio não tinham tanto a ver com o Black Metal. Tinham a ver muito mais com a música experimental de modo geral(exatamente o que trouxeram para o nosso querido BM).

Em segundo lugar, eles podiam inovar de mil maneiras, mas eles escolheram a mais óbvia e menos usada. Inovar o tremolo. A técnica consagrada usada em 99% das bandas de Black Metal.

Duas guitarras fazendo tremolos paralelos que são harmônicos ou não, algumas vezes dissonantes em outras tantas arrastados e melódicos. Talvez pareça comum ou no mínimo não tão inovador. Mas Krallice eleva isso à n-ésima potência, sabendo que n → ∞. Tudo isso é acompanhado da mais pura busca técnica inovadora. Vinda de uma banda completamente capaz, baterista de ténica apurada e um baixista que como o lemos já frisou, está lá. E no caso de Dimensional Bleedthrough este seja talvez mais importante do que os vocais. (poucos, esparsos e sem sequência)

Dimensional Bleedthrough é um album longo de um Black Metal científico, focado na típica barreira de som que bandas como Wolves in the Throne Room fazem, mas exatamente por pelo menos soar como "música científica" é muito mais exploratório em suas texturas e alicerces do que todas essas bandas.

Mais difícil que o "Krallice" já era, mais denso(não necessariamente melhor). As estruturas são confusas ao ponto de que para aqueles que ouvirem como "música de fundo" as melodias soarão como uma sequência de notas(e só). A noção de riff aqui fica um pouco perdida pois não só a estrutura da música é linear, as "melodias" também em sua maioria são. Pior, trechos usados numa espécie de linearidade circular(como chamei as longas sequências de melodias que se repetem) são a ferramente de coerência das músicas.

É importante frisar o efeito ao decorrer do álbum destas músicas. As sequências de atonalidades, explorações sonoras, os setenta e sete minutos compostos quase em sua totalidade de tremolos e do efeito sonoro de uma banda de black metal à plenos pulmões muito provavelmetne deixarão em transe os mais interessados nesse tipo de lavagem cerebral.

Não falei quase nada, não especifiquei quase nada. Então ouçam e surpreendam-se com o instrumento musical mais legal que existe no gênero mais aberto que existe. Provavelmente os primeiros tremolos da primeira música já explicarão o que as palavras aqui me faltaram.

PS: Fazendo uma analogia com o primeiro álbum vou ressaltar que o primeiro álbum era mais melódico e de um ponto de vista "comum/óbvio", mais emotivo/bonito. Enquanto o segundo álbum pega pra si em uma só martelada esse aspecto científico/pesquisa de campo do "método tremolo de ser".

PS 2: Até o dia 12 de dezembro de 2009 posso garantir que esse é o meu "preferido de 2009".

[Download] [10,0/10,0]

Por Matheus


PS Lemos: "Krallice é a Banda. É depressiva de tão boa e de como é composta por músicos tão bons... Para outros músicos é até bem depressivo...='( "

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Krallice - Krallice (2008)


Estou tão sem palavras para falar sobre essa banda.
De tão boa que ela é.
Sinceramente... Fazia tempo que um álbum não me marcava tanto.

Enfim, Krallice é potente, é novo, é inspirado e cheio de malemolências.
A produção é incrível, o tom da guitarra, a presença do baixo, junto com a maravilhosa bateria e mais ainda alguns sintetizadores
... É igual a Sucesso total.

Eu não estou certo sobre o que achar do vocal.
Acho que TINHA DE ser exatamente como é, por que não rouba tanto a cena dos instrumentos e também por que combina com a atmosfera da banda.

Os riffs são na maioria das vezes imprevisíveis, duas linhas de guitarra cada um fazendo uma coisa. Magnífico.
É quase perfeito, é genial. Na minha humilde opinião poderia ter sido melhor, se buscasse alguns apelos mais emotivos em umas músicas.
Contúdo é um álbum que você precisa ouvir, custe o que custar.
Black Metal progressivo? Moderno? Com influências de Post-Rock ?
Não sei, mas que é bom é.

PS: Como um dos guitarristas essa banda tem Colin Marston, baixista do gorguts e cabeça mestra do projeto Indricothere ( Ouçam as músicas desse cara, são instrumentais, são geniais.).

PS2: 10:05 até o final de "Forgiveness in Rot" e do álbum também : As melhores oitavas já tocadas pelo ser humano.

[10,0/10,0]

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Por Lemos

PS por Matheus: Minhas 3 moedas sobre os vocais e o gênero/estilo; dos vocais gostei muito. Saem do ponto comum e dão um "whoomp" a mais de dramaticidade. Quanto ao gênero vou na sua também, é um tal de Black Metal Bom Pra Caralho o nome disso, dá pra fazer um paralelo muito mal feito com Drudkh pelos solos(não na presença de solos e sim no estilo) e pela estrutura da música, mas Krallice é muito, muito, muito mais banda.

Njiqahdda - Yrg Alms (2009)

Mais novo álbum do Njiqahdda : de tirar o fôlego...

Yrg Alms é essencialmente repleto de complexas sensações, ideias e emoções.
É completamente de tirar o fôlego por que se sente medo ao ouvir esse álbum. Porém não o medo óbvio, mas sim um medo do que há por vir para ser sentido, degustado e absorvido.
Apesar da produção muito boa (nada super produzido graças a Deus) e dos instrumentos serem facilmente distinguidos, esse álbum tem uma difícil absorção. Por mais clara que seja a produção. Não é fácil “sacá-lo” de vez. Particularmente achei-o bem complexo.

Considero Yrm Alms um marco de 2009 para o black metal e para a música em geral.
Este álbum nos mostra como ainda é possível criar uma obra nova, cheia de novas emoções.

Ouço esse álbum e penso em um equilíbrio surrealista. Em uma pintura de Dalí.
Onde todas as cores se encaixam e transmitem exatamente o que deviam estar transmitindo.

Nem vou falar do aspecto físico do álbum. Se você já conhece Njiqahdda , esse álbum é o que você conhece dele, só que com menos experimentalismo e sem tantas repetições. E com uma produção melhor e mais clara.

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[9,1/10,0]

Por Lemos

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Totalselfhatred - Totalselfhatred (2008)


Uma espécie de "supergrupo" com membros de Horna(Corvus, uuul) e Korgonthurus. À música colegas.

Totalselfhatred toca black metal melódico, melódico mesmo, melodias expostas e nunca dissonantes. E estas melodias na maioria das vezes se encaixarão estilisticamente nos cantos depressivos que há muito agraciam a cena do Black Metal, então, onde está o diferencial da banda?

Está na produção cristalina, está nos vocais(!), está nas várias camadas melódicas sobrepostas, está na menor duração das músicas que na sua sequência encadeiam ideias parecidas em constante mutação. No sentido de no decorrer do álbum não haver uma quebra da coerência vigente e sim um fluxo que lentamente muda a "ideia em debate".

"Totalselfhatred" apresenta uma forte tendência a tocar a guitarra utilizando outros métodos além do saturadíssimo "tremolo". Na forma de riffs ritmados de vez em quando, as vezes na forma de melodias de "tapping" ao fundo.

Recomendo mais do que gostei até.

PS: Importante destacar as estruturas quase "pop" de algumas partes das músicas, principalmente nos vocais(não tô querendo dizer cantar limpo, falo de colocação e ritmo), encaixou perfeitamente, isto e as guitarras separam esse álbum do "resto".

[9,0/10,0]Download

Por Matheus

domingo, 6 de dezembro de 2009

Taake - Hordalands Doedskvad (2005)


Triple Kill Taake. O fim da trilogia.

Taake é único e isso é tão certo quanto 2+2=2x2. "Hordalands Doedskvad" confirma isso.
Nesse terceiro álbum, há mais complexidade, tanto nos riffs, quanto no sentimento do álbum como um todo. (Será que são diretamente proporcionais? Nem...)
Achei mais difícil de captar a essência desse álbum.
A Paixão e a sinceridade que senti no "Nattestid", eu sinto de novo neste álbum. O que é um tanto incomum acontecer isso comigo.
O vocal, como sempre estupendo. A bateria, presente. A guitarra inspirada até o talo. O baixo... Marcando presença. E mais um componente completa esse álbum, não é nenhum outro instrumento, é um estado de espírito. Diferente, obscuro, raivoso, romântico e vitorioso.

Uma salva de palmas para essa banda magnífica que nos faz tão bem em um domingo à noite.

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[9,3/10,0]

PS: As 3 notas do álbuns do Taake que postei ainda estão um pouco incertas para mim. Eu teria que dar uma bela de uma reavaliada. Essa semana não vou ter tempo. Depois mudo as notas, mas é por ai mesmo.

Por Lemos

Taake - Nattestid Ser Porten Vid (1999)


Darkthrone? Mayhem? Satyricon? Que nada! O negócio é Taake.

Taake que reergueu a cena norueguesa do black metal. Taake é foda.
Esse álbum é mais foda ainda. (Dã)
Hoest acabou com certa monotonia com seus estupendos riffs 'melódicos-agressivos-folks'.
Originalidade é o grande forte da música como um todo e Hoest a manuseia bem, juntando elementos e aspectos já existentes até mesmo de estilos fora do black metal. (Hoest até já declarou que não é de ficar ouvindo muito black metal)
Assim ele cria uma nova corrente de sentimentos black metalísticos.
Sinto soberaniedade, ódio, amor e até depressão nesse álbum.
Clap clap clap Hoest.

PS: Acho esse mais sentimental, mais substancial e sério que o "Over Bjoergvin Graater Himmerik”.
Mas nem sei qual que prefiro. Vou dar mesma nota para os dois por enquanto.

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[9,4/10,0]

Por Lemos

sábado, 5 de dezembro de 2009

Taake - Over Bjoergvin Graater Himmerik (2002)


Impressionante o que um homem é capaz de fazer.

A criatividade desse álbum é absurda, os riffs super inspirados na guitarra regem esse álbum com perfeição.
Hoest conseguiu fazer com que "Over Bjoergvin Graater Himmerik" não soe repetitivo e nem um pouco clichê.
Quando ouço, sinto uma áurea com novas ideias e sentimentos sendo transmitidos através do black metal.
E é magnífica a sensação. É incomum!

Logo na primeira música seu queixo irá cair.
E o álbum seguirá na mesma linha, com exceção talvez de uma música que se mostrará não tão genial assim.

Não há muito que dizer! É estupendo! Maravilhoso! Incomum! Genial! Peguem logo.

"A voz do vocalista é simplesmente desmantelante
O molejo da bateria é simplesmente desconcertante
A criatividade da guitarra é simplesmente desnorteante."

PS: 4:06 da música IV.
Apreciem com moderação.

[9,4/10,0]

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Por Lemos

Alcest/Les Discrets - Split 2009

Mais novo lançamento do Alcest! Splitando com Les Discrets.
Já vou dizendo, sofro de paixonite aguda por Alcest.

Essa split contém duas músicas do Alcest e três do Les Discrets.

Um post um tanto calmo. Pelo menos dessa vez Neige está nos agraciando com seus vocais rasgados em uma música do Alcest.
O sentimento da split inteira é excelente, bem shoegazado.
A coisa é leve aqui. Não tem pancadaria, tem calmaria e seneridade.
Pode não ser completamente black metal, mas tem a potência sensível de atingir o coração e o cérebro dos ouvintes, o mesmo poder que geralmente o black metal tem.

Les Discrets nessa split, está mais marcante do que Alcest.
3 músicas magníficas com um toque bem criativo e original, comandado por Fursy Teyssier.
De olho em "Après l'Ombre".

Por isso, ponho para vocês aqui.
Baixem! Vale a pena! Muito bom, lindo...

PS: Difícil dar nota para um lançamento tão pequeno. Vai essa, por que não consigo me desgrudar desse split.

[9,0/10,0]

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Por Lemos

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

(V.E.G.A) - Cocaine (2002)

Insano, barulhento e bom.

Bom, mas nada genial, nem maravilhoso, nem estupendo... mas nem foi a intenção deles mesmo.
Possui uma atmosfera suja e conturbada. De alguma forma me lembra hospícios, e gente louca.
Os tons da guitarra, a bateria blastbetando e o vocal cheio de efeito, criam esse sentimento de franzir a testa.
Assim lembra até Eikenskaden né...
Prefiro Eikenskaden!

PS: Escrevi isso sem me tocar que o nome do álbum é "Cocaine", parece-me que conseguiram construir o sentimento louco e conturbado que queriam!
Vale um mérito!

PS2: A última música do álbum é a melhor para mim, conseguiu me deixar naquele estado de olhos fixos olhando para o nada, pensando na loucura que essa banda queria passar (é a faixa mais peculiar do álbum) .

[7,7/10,0]

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Por Lemos

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Urfaust - Geist ist Teufel (2004)

O Vocal é o principal instrumento e meio de comunicação nessa banda.

Genial ou ruim?
Eu não sei! Só sei que eu curti muito esse álbum do Urfaust.
Então fico mais pro lado do genial, mas não é completamente genial.
Alguma coisa falta para me conquistar e me levar pra cama.

Umas coisas são fatos. É Black Metalzão com muito sentimento, o mais puro e verdadeiro deles.
É possível sentir facilmente na primeira ouvida de "Geist Ist Teufel".
É original e comum ao mesmo tempo. Entende? Não? Nem eu!
O álbum é de 2004 mas a atmosfera é de 1994, assim como a instrumentação.
Já o sentimento não sei dizer de que ano. Mas o que importa?
É tão dramático, trágico e triste...

Eu recomendo a todos baixarem, é uma experiência nova. Vale a pena!

As mais badaladas : II, IV,V.

PS: Na primeira ouvida eu não gostei. Depois cresceu.

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[9,0/10,0]

Por Lemos

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Ragnarok - Blackdoor Miracle (2004)

Só de olhar pela capa, já da para sacar de qual é da banda. Black Metal comum. (Não quer dizer que não valha a pena)

"Blackdoor Miracle" é um ótimo álbum para quem estiver procurando black metal com raizes genuínas, ainda inspiradas por thrash e death metal.
Apesar de Ragnarok não tocar black metal que difere muito de outras bandas, esse álbum possui um aspecto até que original.
Riffs memoráveis é o que não falta, junto com o baterista insanamente bom e os vocais estupendos de Høst (Taake) posso dizer que vale muito a pena conferir essa banda.

De olho em: "Heir of Darkness", "Blackdoor Miracle" ( atenção para a letra dessa música e para o sample de tiro no meio dela...marcante), "Bless Thee for Granting Me Pain" e "Journey from Life".

Todas as músicas são muito bem tocadas por todos instrumentos, os mais atentos perceberão o baixo fazendo seu devido papel.

PS : Desculpa a demora, HellCaller!

[8,2/10,0]

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Por Lemos.